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	<title>Arquivo de Royal Enfield - Guilherme Campos 1980</title>
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	<title>Arquivo de Royal Enfield - Guilherme Campos 1980</title>
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		<title>Troca da bateria da Scram 411 pra passar raiva! Projeto mal feito acabamento duvidoso!</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 23:32:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Troca da bateria da Scram 411 pra passar raiva! Projeto mal feito acabamento duvidoso!</p>
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<p>Hoje eu trouxe para vocês mais um capítulo da saga “Como perder a paciência com a Royal Enfield Scram 411” – e o episódio de hoje é especial: a troca da bateria original da moto. Sim, aquela bateria que deveria durar um bom tempo, mas resolveu me deixar na mão cedo demais, reforçando o que eu venho dizendo desde o dia em que comprei essa moto: o projeto é ruim, o acabamento é pior ainda, e parece que tudo foi feito para nos dar dor de cabeça no meio do caminho.</p>



<p>A história começa com aquele clássico cenário: você vai dar partida na sua Scram, confiante que vai sair para aquele rolê de fim de semana, e… nada. Só aquele silêncio mortal seguido de um clique que soa como uma risadinha sarcástica da própria moto. Pois é, a bateria resolveu se aposentar antes da hora. Uma peça que deveria aguentar bem mais tempo simplesmente desistiu de trabalhar. E aí começa o meu show de reclamações – porque, vamos combinar, é difícil engolir esse tipo de falha em uma moto que se vende como robusta, aventureira e “pronta para tudo”.</p>



<p>Durante o vídeo, vocês vão me ver trocando a bateria, mas o verdadeiro entretenimento está nos meus comentários. Eu não poupo ninguém: falo mal do acabamento, reclamo do projeto, e questiono se alguém da Royal Enfield realmente testou essa moto antes de colocá-la no mercado. Cada parafuso parece mal colocado, cada encaixe parece feito às pressas, e claro, tudo é um convite para perder a paciência.</p>



<p>Não é só a bateria – é toda a experiência de ter que desmontar meio mundo para acessar uma peça tão simples. Parece que cada passo foi pensado para nos fazer suar, xingar e prometer que nunca mais compramos outra moto da marca. E enquanto eu troco a bateria, vou comentando os detalhes de acabamento que me incomodam desde o primeiro dia: as carenagens que não se alinham direito, os fios que parecem saídos de uma instalação elétrica improvisada, e aquele ar de “foi feito às pressas” que acompanha a Scram 411.</p>



<p>Mas calma, o vídeo não é só raiva. No final, quando finalmente consigo colocar a bateria nova e ver a moto ligar de novo, faço uma brincadeira dizendo que minha falta de paciência era tanta que até o vídeo virou uma sessão de terapia. Afinal, reclamar é quase tão terapêutico quanto andar de moto – ou pelo menos ajuda a aliviar a frustração de ter que consertar algo que não deveria ter dado problema tão cedo.</p>



<p>Então se você também tem uma Royal Enfield e já passou por perrengues parecidos, esse vídeo é para você se sentir representado. E se você está pensando em comprar uma, assista até o final para ver o que te espera no futuro. Quem sabe você não decide investir em um bom par de luvas… não para pilotar, mas para mexer na moto sem se machucar de tanta raiva!</p>
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		<title>Tampa de Alto Fluxo na Scram 411: Ganhei Torque, Mas e o Consumo?</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jul 2025 21:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[himalayan scram 411]]></category>
		<category><![CDATA[Manutenção]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Real]]></category>
		<category><![CDATA[Royal Enfield]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje quero compartilhar minha experiência real com a instalação da tampa de alto fluxo no filtro de ar da Royal Enfield Scram 411</p>
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<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tampa de alto fluxo </strong></h3>



<p>Hoje quero compartilhar minha experiência real com a instalação da <strong>tampa de alto fluxo no filtro de ar da Royal Enfield Scram 411</strong>. Eu já tinha trocado a vela original por uma vela Iridium, o que trouxe melhorias visíveis no torque e na suavidade do motor. Mas depois resolvi testar mais um upgrade: a troca da tomada de ar original por uma tampa aberta, conhecida como &#8220;flange de alto fluxo&#8221;. Essa peça deixa o ar entrar direto no filtro, sem restrição. Logo de cara, senti diferença. A moto ficou mais forte na arrancada e nas subidas. Lá no meu trabalho tem uma rampa complicada e, depois da troca, subir ficou muito mais fácil. O motor responde melhor, a retomada ficou mais firme e a moto passou a andar com mais confiança até em velocidades de cruzeiro, como 100 a 110 km/h.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Consumo de combustível</strong>.</h3>



<p>Mas nem tudo são flores. Com o ganho de desempenho, veio um possível aumento no <strong>consumo de combustível</strong>. Não fiz nenhuma medição exata ainda, mas percebi que o tanque começou a baixar mais rápido. A própria lógica explica isso: com mais ar entrando no motor, o sistema de injeção compensa e injeta mais combustível para manter a mistura correta. A luz da injeção acendeu por dois dias, mas depois apagou sozinha. Acredito que a central se ajustou à nova configuração. Agora quero confirmar tudo isso com números. Comprei um <strong>filtro de ar novo (original)</strong> e vou testar quatro combinações: tampa original com filtro original, tampa de alto fluxo com filtro original, tampa original com filtro esportivo, e tampa de alto fluxo com filtro esportivo. Para cada configuração, vou medir o consumo de 3 a 5 tanques para comparar desempenho e economia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Análise </h3>



<p>Essa análise vai me mostrar com clareza se o consumo realmente aumentou e em qual configuração a moto entrega o melhor equilíbrio entre potência e autonomia. Eu já adianto que, se você busca mais força na Scram 411, a troca da tampa vale a pena. O ganho em torque é nítido. Mas se você está preocupado com economia, talvez seja bom medir antes de decidir. E você, já testou essa modificação? Usa filtro esportivo ou a tampa original? Comenta aí embaixo sua experiência com a Scram ou com a Himalayan. Valeu por acompanhar, até o próximo post!</p>



<p></p>
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		<title>Instalando a Tampa de Alto Fluxo na Royal Enfield Scram 411: Vale a Pena?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guilhermecampos1980]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 21:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[himalayan scram 411]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instalando a Tampa de Alto Fluxo na Royal Enfield Scram 411: Vale a Pena?</p>
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										<content:encoded><![CDATA[


<p>Fala, pessoal!<br>Hoje eu vou contar como foi a <strong>instalação da tampa de alto fluxo no filtro de ar da minha Royal Enfield Scram 411</strong>. Essa foi mais uma modificação que fiz dentro da revisão dos 10.000 km (apesar da moto já estar com 11.000 km). A ideia aqui é melhorar a entrada de ar e, com isso, aumentar a performance do motor.</p>



<p>Comprei a peça no <strong>Mercado Livre</strong>. Chegou tudo certinho, bem embalado. A tampa tem <strong>acabamento em pintura eletrostática</strong>, é feita em <strong>aço resistente</strong>, e já vem com <strong>uma borracha de vedação (provavelmente EVA)</strong> que ajuda a encaixar bem na caixa do filtro. Tudo muito bem feito!</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Por que troquei?</h2>



<p>Recentemente, instalei uma <strong>vela de iridium</strong>, e logo percebi um ganho significativo no <strong>torque da moto</strong>. A resposta ficou melhor, a rotação caiu e o consumo diminuiu. Com essa melhoria, resolvi seguir com mais um upgrade: a entrada de ar.</p>



<p>A <strong>tampa de alto fluxo</strong> promete justamente isso — permitir a entrada de mais oxigênio, o que pode melhorar ainda mais o desempenho do motor. Só que é importante lembrar: <strong>mais ar significa mais combustível</strong>, então o consumo pode subir também. Mas tudo bem, é o preço por mais potência.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Como foi a instalação?</h2>



<p>Usei apenas o <strong>kit de ferramentas original da moto</strong>. A tampa é presa com quatro parafusos allen. No modelo Scram 411 (irmã da Himalayan), reparei que há dois cabinhos passando na frente da caixa de ar — algo que não aparece nos vídeos de instalação feitos na Himalayan. Precisei achar uma posição para eles, mas nada impossível.</p>



<p>Encaixei a tampa, centralizei bem a borracha, e pronto. Tudo ficou firme e sem folgas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Valeu a pena?</h2>



<p>Ainda estou testando, mas <strong>com a moto parada não senti diferença no barulho</strong>. No uso real, acredito que o torque e a resposta do acelerador devem melhorar, assim como aconteceu com a vela de iridium. Nos próximos dias vou rodar mais para sentir a diferença.</p>



<p>Se você também tem uma Scram ou Himalayan, e está pensando em fazer esse upgrade, eu recomendo! É simples, barato e pode trazer bons resultados.</p>



<p>Se tiver dúvidas, manda aqui nos comentários. Valeu e até o próximo post!</p>



<p></p>
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		<title>Como Trocar a Vela de Iridium na Royal Enfield Himalayan Scram 411: Passo a Passo Simples</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 15:07:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como Trocar a Vela de Iridium na Royal Enfield Himalayan Scram 411: Passo a Passo Simples</p>
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<p>Fala, galera!<br>Hoje vou compartilhar com vocês o <strong>passo a passo da troca da vela de ignição da minha Royal Enfield Scram 411 (mesmo motor da Himalayan 411)</strong>. Resolvi substituir a vela original por uma <strong>NGK Iridium IX</strong>, e neste post explico tudo o que você precisa saber para fazer essa manutenção simples em casa.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Por que trocar a vela original por uma vela de iridium?</h2>



<p>A <strong>vela de iridium</strong> promete algumas vantagens:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maior durabilidade</li>



<li>Melhor ignição</li>



<li>Menor consumo de combustível</li>



<li>Resposta mais rápida do motor</li>
</ul>



<p>No meu caso, a moto estava com <strong>10.000 km rodados</strong>, e embora o manual recomende apenas a inspeção da vela nessa quilometragem, optei pela troca por prevenção — e claro, para testar se a vela de iridium realmente traz algum ganho de desempenho.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Ferramentas usadas</h2>



<p>Nada de ferramenta profissional. Usei apenas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Chave 10mm (soquete ou fixa)</strong></li>



<li><strong>Chave de vela que já vem no kit original da moto</strong></li>



<li><strong>Chave de fenda para fazer alavanca</strong></li>



<li>Um <strong>alicate de bico</strong> (opcional) para remover o terminal rosqueado da vela</li>
</ul>



<p>Se você tiver uma maleta básica de ferramentas em casa, já consegue fazer o serviço tranquilo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidados importantes</h2>



<p>Antes de tudo, <strong>faça a troca com o motor frio</strong>, principalmente porque o motor da Himalayan é de alumínio — se você forçar a vela com o motor quente, pode acabar danificando o cabeçote.</p>



<p>Outro ponto importante: <strong>limpe bem a região da vela antes de retirá-la</strong>, para evitar que sujeira entre no cilindro. Eu mesmo fiquei desfalcado de ferramentas e até esqueci de aplicar óleo no filete da nova vela, mas o ideal é passar um pouco para facilitar o rosqueamento e evitar travamentos futuros.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Instalação da vela de iridium</h2>



<p>A vela NGK Iridium IX vem com um terminal rosqueável que <strong>precisa ser removido</strong> antes da instalação, pois o cabo da Himalayan encaixa direto no eletrodo.<br>Após remover, basta rosquear a nova vela com a mão até encostar e depois dar <strong>meia volta com a chave</strong>, suficiente para vedar com a arruela. Nada de forçar além disso, hein!</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Impressões iniciais</h2>



<p>Ainda vou testar em uma viagem curta para ver se há melhoria no desempenho, mas a troca foi rápida, prática e aparentemente tranquila. A moto funcionou de primeira após a substituição.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Se você está pensando em fazer a troca da vela da sua Royal Enfield, recomendo sim considerar uma vela de iridium. E se curtiu esse conteúdo, compartilha com seus parceiros de estrada e <strong>deixa seu comentário</strong> aqui abaixo com suas dúvidas ou experiências com vela de iridium!</p>



<p>Valeu, e até o próximo post! &#x1f44a;</p>



<p></p>
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		<title>Troca de Óleo aos 10.000 km na Royal Enfield: Minha Experiência e Opinião Real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[guilhermecampos1980]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 22:27:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[himalayan scram 411]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião Real]]></category>
		<category><![CDATA[Royal Enfield]]></category>
		<category><![CDATA[Troca de Óleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje vou compartilhar com vocês como foi a revisão dos 10.000 km da minha Royal Enfield. </p>
<p>O post <a href="https://guilhermecampos1980.com.br/troca-de-oleo-royal-enfield/">Troca de Óleo aos 10.000 km na Royal Enfield: Minha Experiência e Opinião Real</a> apareceu primeiro em <a href="https://guilhermecampos1980.com.br">Guilherme Campos 1980</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[


<p>Fala, rapaziada!<br>Hoje vou compartilhar com vocês como foi a <strong>revisão dos 10.000 km</strong> da minha Royal Enfield. Fiz tudo por conta própria: <strong>troca de óleo, filtro, verificação da corrente e algumas observações importantes</strong> sobre a moto — boas e ruins.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Qual óleo estou usando?</h2>



<p>Continuo usando o <strong>Motul 5100 10W30</strong>, o mesmo que coloquei na troca de 5.000 km.<br>Paguei R$86,00 em cada garrafa e posso dizer que a qualidade é excelente. A embalagem nova é bem prática e segura, sem aqueles lacres metálicos perigosos. Sobrou uns 250 ml depois da troca completa, mesmo trocando o filtro.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><strong>Detalhe:</strong> A Royal recomenda óleo Elf 15W50, mas optei pelo Motul e até agora não me arrependo.</p>
</blockquote>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Filtro de óleo e peças</h2>



<p>Usei o <strong>filtro original da Royal</strong>, comprado no Mercado Livre por R$76,00. O kit veio com os <strong>o-rings</strong> e a <strong>arruela de cobre</strong> para o bujão de óleo.<br>Como sempre, fiz a limpeza usando <strong>papel toalha</strong> — nunca use pano que solte fiapos! É pouca sujeira, mas sempre cai um pouquinho no escapamento e no protetor de cárter.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Corrente e relação</h2>



<p>A relação da moto ainda é original. Só precisei ajustar quando troquei o pneu com 10 mil km.<br>Mesmo com 10.727 km rodados, a relação está boa e, se continuar assim, deve chegar até os 20 mil sem problemas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">E os contras da Royal Enfield?</h2>



<p>Vou ser bem direto:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Concessionária:</strong> Zero confiança na Royal Enfield da Barra da Tijuca. Péssima apresentação dos mecânicos.</li>



<li><strong>Motor:</strong> Muito fraco para 411 cc. Sem torque, sem final, e com barulho chato de batida de pino.</li>



<li><strong>Suspensão:</strong> Parece de scooter. Qualquer buraco ou emenda bate forte. Na estrada de chão é horrível.</li>



<li><strong>Pisca:</strong> Já é o segundo. O original quebrou sozinho, e a lente ficou esbranquiçada. Substituí pelos da XT660, bem melhores.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">O que vem aí na revisão de 20.000 km?</h2>



<p>Planejo trocar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Óleo</strong></li>



<li><strong>Filtro de ar</strong></li>



<li><strong>Vela (comprei vela Iridium mais fria)</strong></li>



<li>Talvez o <strong>cabo de vela</strong>, ainda estou avaliando.</li>
</ul>



<p>Também vou instalar aquele <strong>bocal de alto fluxo no filtro de ar</strong>, e preciso resolver uma <strong>folga na direção</strong> que está me incomodando bastante.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Considerações finais</h2>



<p>Apesar dos pontos negativos, a moto tem suas qualidades:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Freio é bom</strong>, ABS funciona direitinho</li>



<li><strong>Vibração é baixa</strong>, mesmo em uso urbano</li>



<li><strong>Confortável para cidade</strong> (desde que sozinho — com garupa piora bastante)</li>



<li><strong>Consumo e manutenção são razoáveis</strong></li>
</ul>



<p>Faço tudo em casa com ferramentas simples, e esse tipo de manutenção básica ajuda a manter o custo no controle e a conhecer melhor a moto.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Se você curtiu esse relato, compartilha com a galera que tem Royal Enfield ou está pensando em comprar.<br>Deixa seu comentário aqui embaixo se tiver dúvidas ou quiser trocar ideia sobre manutenção de motos.<br>Valeu e até a próxima revisão! &#x1f44a;</p>



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<iframe title="Troca de Óleo aos 10.000 km + Opinião Sincera da Royal Enfield | Vale a Pena?" width="1020" height="574" src="https://www.youtube.com/embed/2egf7ek_l2k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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